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sexta-feira, setembro 29, 2006

The Boleyn Girls

E já estão em rodagem as filmagens de Scarlett Johansson, Natalie Portman e Eric Bana. Como eu já aqui tinha dito antes, vão ambas contracenar num épico. Podem ler isso aqui. Agora ficam só umas imagens. As Boleyn Girls vestem fatos de treino!

sexta-feira, julho 28, 2006

Scarlett Johansson e Natalie Portman juntas no mesmo filme

Parece que finalmente vão juntar duas musas do cinema no mesmo filme. The Other Boleyn Girl será o filme, e a trama consiste no seguinte: Natalie Portman no papel de Anne Boleyn, vai roubar à sua irmã, Scarlett Johansson, as atenções e o afecto de King Henry VIII, interpretado por Eric Bana. Um triângulo amoroso sumarento...

Scarlett Johansson
Natalie Portman

sábado, maio 13, 2006

Munich release em DVD


Com a desastrosa passagem pelos Óscares, após ter perdido o Óscar de melhor filme, para o menos polémico, CRASH, Munich estreia-se agora em DVD.
34 anos depois da tragédia, Spielberg, realizador mais reconhecido das últimas décadas trouxe-nos um filme sóbrio, à mesma altura da sua "Lista de Schindler". Munich resultou de uma adaptação feita ao livro Revenge de George Jonas, pelo argumentista Eric Roth e Tony Kushner (autor da multipremiada série Anjos na América), judeu nada fundamentalista que neste encontro com Spielberg marca de imediato o tom da crítica e muita polémica. O drama de Spielberg recria a série de assassinatos, que Israel planeou como vingança ao massacre por terroristas palestinianos contra os seus atletas no Jogos Olímpicos de Munique em 1972. Seguimos de perto a frustração de Avner (Eric Bana), agente da Mossad, responsável pelos quatro homens (Daniel Craig,Ciarán Hinds,Mathieu Kassovitz e Hanns Zischler) que, ao seu lado, deverão eliminar os envolvidos no massacre, e a sua dor em deixar para trás a sua jovem esposa Daphna (Ayelet Zurer) grávida.
Um filme envolto numa enorme polémica, visto que há quem afirme que foi a partir daqui que tudo começou. E com "tudo" referem-se à guerra constante travada entre os irealitas e palestinianos, estando ambos descontentes com o filme, pois no final não há "bons" nem "maus". 1972 foi o ano do fim da inocência para o mundo, e ainda hoje sofremos as consequências.
A banda sonora de que o filme se faz acompanhar é também uma mais valia ao filme. Integramente trabalhada por John Williams (Memoirs of a Geisha, War of the Worlds, Harry Potter and the Goblet of Fire, Star Wars entre muitos outros), é sem dúvida uma banda sonora a comprar.
Um filme para quem gosta de entender melhor o mundo em que vivemos.